quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

“Angles” é o nome do quarto disco do Strokes

Confirmado para 22 de março novo disco do Strokes se chama "Angles"

Os norte-americanos do Strokes anunciaram finalmente o nome de seu quarto álbum de inéditas. O sucessor de First Impressions of Earth de 2006 vai se chamar Angles e tem lançamento previsto para 22 de março. O primeiro single retirado do disco chama-se "Undercover of Darkness".

A notícia foi divulgada pela própria banda à revista Rolling Stone. Alguns títulos de algumas músicas que fazem parte do track list de Angles também foram revelados: "Taken for a Fool", "Life is Simple", "Machu Picchu", "Radio Minor Madness" e "Call Me Back".

Segundo o guitarrista Albert Hammond, Jr., o título do álbum - produzido pelo próprio Strokes - explica-se de forma bastante simples: "É assim que o álbum soa. Nasce de cinco pessoas diferentes".

No final, ficou também a promessa de que a banda não vai demorar tanto tempo para gravar um próximo álbum: "Não quero fazer um álbum de cinco em cinco anos. Adoro esta banda e quero que tenha uma carreira longa", disse o também guitarrista Nick Valensi.

Show do Mötley Crüe no Chile é adiado para maio

Show no Chile em maio pode representar vinda da banda ao Brasil

A espera por um show do Mötley Crüe na América Latina vai se estender um pouco mais. O show que a banda faria no Chile, no dia 15 de abril foi adiado para o mês de maio. A organização garante que não há riscos de cancelamento.

Os motivos para a mudança do show se devem aos desencontros na agenda dos americanos, que planejavam chegar no Chile para fazer uma apresentação conjunta com o Papa Roach.

A vinda da banda para o Chile fez aumentar as expectativas por shows da banda americana no Brasil. Esta será, caso se confirme, a primeira visita da banda ao país em 30 anos de serviços prestados a música pesada.

Para que não sabe ou perdeu carona no bonde, o Mötley Crüe é uma das maiores bandas de hard rock de todos os tempos. Nasceu em Los Angeles no início da década de 1980 e seu baterista (Tommy Lee) foi casado com a beldade Pamela Anderson. 

Novo do Arch Enemy vai se chamar “Khaos Legions”

A bela Angela Gossow, assumiu posto de musa do metal quando
entrou para os suecos Arch Enemy

A máquina de thrash/death metal Arch Enemy que conta com os talentos vocais de Ângela Gossow, está gravando, em um estúdio no sul da Suécia, o sucessor do aclamado Rise of the Tyrant (2007). O novo petardo já tem nome e vai se chamar “Khaos Legions”. Ainda não há previsão sobre lançamento do novo material. A banda está longe dos palcos desde 27 de novembro, data do último show de uma turnê que se estendeu por três anos para promover seus dois últimos lançamentos: o já citado Rise of the Tyrant e The Root of All Evil, com regravações de velhas músicas da banda.

Levanta o volume:

Blind Guardian em Porto Alegre

Formação atual do Blind Guardian, em setembro em Porto Alegre

Os alemães do Blind Guardian, fãs confessos de J.R.R Tolkien e temas ligados a fantasia irão se apresentar em Porto Alegre. A confirmação foi dada pela produtora Abstratti, a mesma, responsável pela vinda de Blaze Bayley, Steve Augeri e Black Label Society para a capital gaúcha.

O show do “guardião cego” será dia 6 de setembro no Opinião.

A banda promove seu mais recente álbum, “At The Edge of Time”. A venda dos ingressos deve começar no dia 19 de fevereiro, nos seguintes pontos de venda:

Ticketbrasil – www.ticketbrasil.com.br (em até 12x no cartão)
A Place – Rua Voluntários da Pátria 294/150
Back in Black – Shopping Total - 2º andar
Zeppelin – Rua Marechal Floriano, 185 – loja 209

O preço dos ingressos:
1º lote R$60,00
2º lote R$70,00
3º lote R$80,00
4º lote R$100,00

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Supergrass pode se reunir, diz ex-baixista

Mick Quinn, primeiro da esquerda p/ direita é o responsável pela "boa notícia"

O ex-baixista do Supergrass, Mick Quinn, declarou em entrevista ao site da BBC News que, ao contrário do que foi anunciado em abril do ano passado, a banda pode não ter dado um fim definitivo à carreira.

Na época, por meio de um comunicado, os integrantes do grupo britânico disseram que estavam se separando por causa de "diferenças musicais" e que o Supergrass encerraria as atividades após quatro shows de despedida.

Porém, segundo Quinn, os ex-membros do Supergrass não estão brigados e ele está "confiante que, provavelmente, se reunirão em algum momento". O músico não deixou claro, porém, se essa seria uma reunião temporária ou uma volta por tempo indeterminado.

A dissolução do grupo aconteceu durante as gravações do sétimo álbum dos seus 17 anos de existência. De acordo com o baixista, a separação foi uma mudança "drástica e triste", que aconteceu porque cada músico queria que esse trabalho saísse de um jeito diferente. "Você não pode apontar uma arma para a cabeça das pessoas para que elas façam o que não querem fazer. Todo mundo precisa estar feliz quando está fazendo um disco. Ou então, não se trata de uma banda, mas de um projeto solo."

Aumenta o volume:
Supergrass "Bad Blood"

O texto acima foi chupinhado por inteiro da Rolling Stone Brasil

Identidade: música para “não parar de dançar”

"Quando começamos a internet não tinha tanta força como hoje em dia. Os discos vendiam bem mais, mas tu não conseguia ser tão conhecido no mercado nacional" / Foto: Gabriela M.O.
Quando me dei conta, “Não Para de Dançar”, segunda faixa do mais recente disco da banda portoalegrense, Identidade, Antiguidades X Modernidades (2009) estava tocando no repeat.

Riff certeiro, cozinha swingada e vocal cheio de groove. Uma música que bem poderia sintetizar o que é o som desta banda formada em 2002, ainda sob o nome Identidade Zero.

De lá pra cá, foram três discos de estúdio e dezenas de participações em coletâneas e shows dentro e fora do Rio Grande do Sul.

O trabalho coeso e com os pés no chão credenciaram a banda a participar da gravação do DVD 3xRock, uma realização da produtora Marquise 51 e que contou, além da Identidade, com Replicantes e Acústicos e Valvulados.

Na entrevista a seguir a banda discorre sobre os projetos para 2011, discos versus downloads e claro, sobre a atual cena rocker em Porto Alegre.

Confira!!

Vocês gravaram recentemente um show em conjunto com as bandas Replicantes e Acústicos e Valvulados para a gravação de um DVD, o que representa esse registro para a carreira da banda, tendo dividido o palco com duas bandas que ajudaram a escrever a história do rock gaúcho nas décadas de 80 e 90 e sendo, digamos, que a representante da década de 2000?
           
Isso, a idéia do DVD era ter uma banda de cada década. Foi muito gratificante participar de um projeto com bandas que nós curtimos e que já tiveram tanto reconhecimento no rock nacional. Foi uma honra, estamos ansiosos pra ver o resultado.

O último disco da Identidade data de 2009. A banda concorreu ao prêmio açorianos de música e em 2010 lançou um single virtual para a música “Um dia daqueles”. Quais os planos da banda para 2011? Existe alguma chance de um quarto disco da Identidade sair do forno ainda este ano, ou o DVD é prioridade?
            
Já estamos trabalhando em composições para o quarto disco, inclusive no show do DVD teve uma inédita. Nosso plano é lançar ainda esse ano um disco novo, mas não queremos colocar prazos, pois estamos no início do processo de composição e pré produção em estúdio.

Com três discos no currículo, participações em várias coletâneas e mais de 10 anos de estrada como vocês vêem o atual cenário rocker no país? Qual a maior diferença que há entre o início da carreira da banda e os dias de hoje?

A principal diferença é o acesso maior ao grande público.Quando começamos a internet não tinha tanta força como hoje em dia. Os discos vendiam bem mais, mas tu não conseguia ser tão conhecido no mercado nacional, a coisa era mais restrita.

"Não dá pra se enganar, a cena em Porto Alegre já foi melhor, e isso a pouquíssimo tempo atrás"
/ Foto: Roberto Hurtado
A cultura do donwload e a facilidade em se obter gratuitamente discos completos e que exigiram um longo processo de composição, criação, produção,gravação, etc...Como vocês lidam com isso hoje em dia? Os shows se tornaram a principal “matéria prima” das bandas como um todo? O que vocês pensam a respeito?

O disco ainda continua sendo uma referência, mas funciona mais como um cartão de visita. No nosso caso ainda mais, porque sempre fomos mais uma banda de palco, de curtir e fazer muitos shows. Na verdade, no futuro não temos certeza como vai ficar essa questão de lançar discos, mas ainda acreditamos nisso, apesar de pensarmos em continuar lançando material exclusivo pela internet, como fizemos a pouco.

Como vocês vêem a cena de rock hoje em Porto Alegre? Locais para shows, público, bandas? Tem espaço para todo mundo? Qual o segredo para se diferenciar em meio a tanta gente produzindo e lançando material de qualidade?

Não dá pra se enganar, a cena em Porto Alegre já foi melhor, e isso a pouquíssimo tempo atrás. Mas existem alguns lugares bem legais pra tocar, com uma boa estrutura, coisa que quando começamos era mais difícil de rolar. Tem espaço pra todo mundo sim, e é ótimo que existam tantas bandas de qualidade como agora, isso só fortalece a cena e não tira espaço de ninguém, muito pelo contrário.


Discografia:
“Lia” e “Noites de Inverno” (Single), 2000
Coletanea da rádio Ipanema Safra, 2001
Coletanea da rádio Atlântida Programa, 2002
Identidade Zero, 2002 (primeiro disco oficial)
“Jogo Sujo” e “DANCE” (Single), 2006
Jogo Sujo, 2006 (segundo disco oficial)
Coletânea “Pepsi On Stage”, 2008
“Não Para de Dançar” (Single), 2009
Antiguidades X Modernidades, 2009 (terceiro disco oficial)
“Um dia daqueles” (Single), 2010

Aumenta o volume:
Identidade “Jogo Sujo”, ao vivo na Canja do iG
Identidade “DANCE”, ao vivo no Planeta Atlândida de 2008

2ª Noite Senhor F em Porto Alegre: amanhã no Opinião