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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Blaze faz tarde de autógrafos em Curitiba: “Às vezes sinto falta de executar as canções do Wolfsbane”

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O carismático vocalista atendeu aos fãs na tarde de ontem em Curitiba.

  
As vésperas de seu último show no Brasil em promoção do seu mais recente álbum, Promise and Terror, o ex-vocalista do Iron Maiden, Blaze Bayley, participou na última terça-feira, 25, de um encontro com fãs em Curitiba.

O cantor atendeu admiradores em uma descontraída sessão de autógrafos que foi realizada no Blood Rock Bar. O evento foi considerado um “esquenta” para o show de Blaze no John Bull Music Hall, marcado para acontecer nesta quarta-feira, 26, na capital paranaense.

Após atender todos os fãs, Blaze aproveitou para conversar com alguns admiradores e jornalistas. Ele mencionou a dificuldade de elaborar o repertório da nova turnê. “Atualmente está muito difícil. Às vezes sinto falta de executar as canções do Wolfsbane, que é minha banda mais antiga. Na carreira solo já temos cinco discos de estúdio e precisamos incluir também as canções do Iron Maiden no show. Os fãs esperam ouvir canções do X Factor e do Virutal XI”, afirma.

Sobre os dois discos que participou no Iron Maiden, Blaze afirmou que teve um grande aprendizado. Segundo ele, a experiência foi essencial para a consolidação de sua carreira solo. “No X Factor foi predominante o trabalho do Steve Harris e de Janick Gers. Tenho orgulho de ter contribuído bastante em “Man on the Edge”, que foi uma canção marcante na época. Já no “Virtual XI” me aproximei de Dave Murray. O trabalho de promoção do disco foi bem interessante. Tivemos a oportunidade de promover o disco ao lado de grandes astros do futebol mundial. Os dois discos também originaram duas grandes turnês”, disse.

O cantor reconheceu também que existem influências do Iron Maiden em seu trabalho atual. “No primeiro disco ("Silicon Messiah") utilizei pela primeira vez o que aprendi com Steve Harris em termos de composição. É impossível não ter o reflexo. São identificáveis influências em trabalhos como “Blood & Belief” e “Promise and Terror”, por exemplo”.

Por fim, ao ser questionado se existiu sua participação nas composições do disco “Brave New World” (primeiro trabalho do Iron Maiden após a saída de Blaze), o vocalista se reservou a não comentar. “Prefiro não dizer nada sobre este assunto”, declarou.

Editado com informações Whiplash

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Blaze: o sortudo que cantou no Iron Maiden

Blaze ao vivo, apaixonado e respirando heavy metal 24h por dia

O próprio Blaze Bayley se diz um cara de sorte por ter sido escolhido para entrar no Iron Maiden. Está certo. Muitos tentaram o posto, depois da saída de Bruce Dickinson em 1993. Blaze não é um vocalista tão técnico e visceral quanto Bruce. Está longe disso. É, como ele mesmo se define: “mais para emoção e paixão da canção”. Sangue e suor, diz ele.

Quando deixou o Maiden após a turnê sul-americana do disco Virtual XI em 1998, Blaze não se deixou derrotar pelas críticas. Por mais esforçado que fosse, o ex-Wolsbane nunca conseguira fazer um show sem escorregar em alguns dos clássicos da Donzela: “The Evil That Men Do”, “The Trooper”, “Hallowed By Thy Name”, entre outras. A entrada de Blaze foi uma aposta de Steve Harris e cia. Não deu certo, embora, The X Factor (1995) seja um disco recheado de grandes momentos.

À época em que anunciou dar início a carreira solo, Blaze exigiu músicos que respirassem heavy metal. O inusitado critério vinha transbordado de uma paixão pelo estilo, vista com cada vez mais raridade nos últimos shows que fez com o Maiden. O vocalista, uma vez mais, estava certo. Acertou a mão na hora de recrutar sua banda e com o lançamento do excelente Silicon Messiah iniciou uma carreira solo, até superior a de Bruce Dickinson fora da “donzela” e inegavelmente melhor que a de Paul Dianno, primeiro cantor do grupo inglês.

Iron Maiden em 1995 na época do lançamento de X Factor
A sombra da sonoridade de sua ex-banda permanecia em alguns riffs e solos, porém, o peso era outro, Blaze era outro. Mais solto, pôde, enfim, mostrar todo seu talento para o mundo. Ouça “Evolution”, “Ghost in the Machine” (um pecado não ser mais tocada ao vivo) e “Born as a Stranger” (a mais maideniana de todas). Superior ao que fez com o Maiden, logo na estreia. Empolgado com a boa repercussão, o cantor continuou a saga de bons lançamentos: The Tenth Dimension, último a flertar descaradamente com o Maiden, principalmente de Virtual XI; e Blood and Belief, um petardo, que se mostrou um divisor de águas na carreira da banda de Blaze. Mais pesado era o aperitivo do que viria na sequência.

Vieram disco e DVD ao vivo e seu melhor lançamento até hoje: The Man Who Would Not Die. Heavy Metal em sua essência. Riffs cavalgados, bases pesadas, refrãos grudentos. E shows. Por todo canto. Nos lugares mais inóspitos. Uma ode ao hevy metal. Com direito a versões apimentadas de algumas das canções que gravou com o Maiden, com destaque para as primorosas “Man on the Edge” e “The Clansman”.

Promovendo seu mais recente disco de inéditas, Promise and Terror, Blaze cumpre agenda de 9 shows no Brasil, incluindo passagem por Porto Alegre no domingo, 23 de janeiro, no Beco. Apostando cada vez mais no repertório da carreira solo, o set, se seguir o que vem sendo apresentado se pautará nos dois últimos de estúdio, com alguns acréscimos de algumas das canções que gravou em seus três primeiros discos e, claro, Iron Maiden. Blaze quer reconhecimento pelo que vem produzindo pós Maiden e não ficar marcado, como Paul, pelos três anos que segurou os microfones da maior banda de metal de todos os tempos. Está certo, mais uma vez.

Datas que restam na turnê de Blaze no Brasil
21/01  Blaze Bayley            São Paulo - SP
22/01  Blaze Bayley            Catanduva - SP
23/01  Blaze Bayley            Porto Alegre - RS
26/01  Blaze Bayley            Curitiba - PR

Set list do show em Goiânia, dia 19 de Janeiro
Blackmailer
Smile Back at Death
Faceless
Waiting For My Life to Begin
City of Bones
Voices From the Past
Surrounded by Sadness
The Trace of Things That Have No Words
Letting Go of the World
Comfortable in Darkness
Futureal
The Launch
Blood and Belief
God of Speed
The Clansman
The Brave
Samurai
The Man Who Would Not Die
Robot
The Tenth Dimension
Man On The Edge

Aumenta o volume:
Blaze “Futureal” ao vivo na Polônia

A obra prima de Blaze Bayley

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Blaze inicia turnê com show no Rio de Janeiro

Blaze detonando ao vivo


O vocalista Blaze Bayley, ex-Wolfsbane e Iron Maiden, iniciou ontem no Hard Rock Café no Rio de Janeiro a segunda parte da turnê do seu mais recente álbum de estúdio, Promise and Terror (2009).

O cantor fará outras 8 apresentações em solo brasileiro, sendo a próxima neste sábado 15 de janeiro em Macaé/RJ. A turnê também vai passar por Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Rio Grande do Sul e Curitiba.

O set list apresentando no show de ontem foi o seguinte:
Blackmailer
Smile Back at Death
Faceless
City of Bones
Voices From the Past
Surrounded by Sadness
The Trace of Things That Have No Words
Letting Go of the World
Comfortable in Darkness
Futureal
The Launch
Blood and Belief
The Clansman
The Brave
Samurai
The Man Who Would Not Die
Robot
Madness and Sorrow
Man On The Edge

Cantor se apresenta em Porto Alegre no domingo, 23/01